Bem, estou eu aqui de novo e com erros novos a ser mostrado. É que o teclado nao é em português e para procurar as chaves de combinacoes, para `til, cedilha et cetera` nao consigo, na realidade. É a première fois que eu inscrevo nesse blog desde que estou aqui no Canada. Vou tentar nao utilizar o inglês, tampouco o francês. Manoel, PAS ANGLAIS, PAS FRANCAIS. D`accord? Yep!
Primeiramente, confesso que estou com fome mas lembrei agora que comprei uma Ruffles hoje a tarde e estou indo agora pegá-la. (Levanto-me da cadeira desconfortável do meu aquecido quarto com espânto cada vez que o olho de maneira geral, pelo simples facto de haver bagunca por todos os lados, e pego meu pacote de Ruffles.) Nao quero vir a esse blog e simplesmente falar em assuntos triviais, como Saudades, Amores, Faltas.. Nao. Hoje nao. Mas também nao sei o que dizer.Falar da cultura daqui, nem tanto. Para isso eu recomendaria, quer dizer, eu mesmo nao, alguem lhes recomendaria um guia turistíco ou algo mais concentrado de informacoes. O tempo é corriqueiro e sempre eu o vejo como norteador de tudo. Se vai chover, se vai esfriar, se vai esquentar.. Tudo se cruza com o Tempo, a qualidade do clima. Isso é estranho pois no Brasil nao se encontrava tamanha versatilidade como um dia lindo Sol, fecha-se o tempo ao meio-dia, nuvens carregadas trazem chuvas torrenciais e thunders, raios e outros agradam a noite com barulhos desconcertantes!!! Voltando ao meu mundo e meu quarto. O calor aqui está insurpotável, hoje. Estou sem ar-condicionado e sem ventilador!! O Ventilador está no quarto de um Mexica, ao lado do meu, ele sempre pega antes de mim, mas eu nunca retruco. Talvez seja porque eu nem pense nisso. É uma hora da matin e eu aqui acordado feito um louco e escrevendo para poucos, MAS amigos. Gente, o que eu deveria escrever, inscrever, anotar ou descrever? Nao consigo me focalizar em alguma coisa. Meu quarto está uma bagunca grande e eu preciso arrumá-lo, mas nao o farei, pelo menos nao hoje. Entao, Eu me pergunto: Cê tá com saudade da faculdade? ; Eu me respondo: Nao!. Ok. Mas de uma coisa eu digo com toda clareza: amanha eu vou pra aula, portanto desde já muito obrigado, mas tenho que me desligar!! Entao um beijo para você que leu e nao deu tempo de comentar! Uma noite como essa nao preciso nada pra me esquentar, Vou me embora para camar que meu mal é ..... (Talvez seja isso mesmo, mas eu lembro que eu já o fiz). Beijos pra todos e abracos também. À bientôt.
Entre tantas perguntas, tantos anseios, temos aqui o que não faz nenhum efeito. Ou faz? Uma viajem ao seu interior mais profundo. Ao âmago ferido ou reconstituído.. Pairante nos assuntos que nos levam a reflexão interna e externa, onde apenas eu escutarei a música latente.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
quinta-feira, 19 de março de 2009
Propostas de coordenação.
O que há com as pessoas quando se encontra em certos impasses, é principalmente, o desnortear constante, que a fazem atônitas e emissoras de parcialidades imprudentes. O que tento exemplificar por palavras interligadas e concebíveis de sensatez, é que existe graus de amizade e cada um corresponde de acordo com sua disciplina. Didaticamente falando é que não podemos sobrepor-se à outrem, pois assim perderemos nossa autonomia peculiar e restrita, e passamos a ser vistos como tiranos ou déspotas. Ocorre de não orientarmos uns aos outros de que, para cada construção de relacionamento seja na parte conjugal, fraternal e qualquer que seja, há-se a necessidade de alinhamento posicionado. Sempre temos nosso comodismo quando deparamo-nos com um livre e largo vínculo de amizade com o sujeito. É aí que enganamo-nos. A possibilidade de despojo com relação a vínculos é muito mais delicada do que pensamos, a propósito, se existe uma forma compromissada e coerente que legisle sobre uma ética, está deve ser perpassada pela mais fina tessitura que há a respeito do respeito. Primeira palavra ético-moral que devemos aplicar aos vínculos. O respeito é fonte promissora e rudimentar, sendo função precípua para o desencadeamento de uma consistente amizade que vise a plenitude capaz e sadia. Se não houver respeito mútuo entre as partes, não há estrume para nutrir a árvore, e sabemos o quão importante é o solo para que os ramos cresçam e dêem mais frutos, mais amizades. Vejamos que, apesar de toda compostura do ser, toda manifestação por instinto, sempre tem de observar o ponto de eclosão e o ponto de supressão, é daí que o respeito pelos pontos surge. Até onde podemos suportar a nossa indignação, mas se for além, mesmo sabendo do prejuízo que causarei, serei cauteloso, legítimo?
Posso dizer também que este não é só o adjetivo que faz acontecer o propósito de amizade. Posso citar mais duas condições, que caso não sejam devidamente correspondidas, toram-se depreciativas e que tanto é exímio no processo ilegal. Falamos em consideração. Palavra que é insigne, notável demais e com a qualidade de superioridade interligada com benevolência. Agir de boa-fé é ter o compromisso da consideração. Podemos não gostar de alguém, mas há consideração em respeitá-la. São palavras independentes, que a curto modo, se entrelaçam e dão reforço um à outra. Contudo, a consideração é nata de uma vida com objetivos e conceitos preestabelecidos de conduta firme e impermeável. Passar um tempo junto à outrem já é princípio para a consideração no seu ato espetacular de reparo e esmero. É uma visão muito vanguardista e preponderantemente visível para o espetacular andamento do fraterno considerável. E por fim, devemos ter a verdade. A verdade é a fonte para liberdade em qualquer situação. Ela que provê toda e intimamente as lacunas temporais e imaginárias que o mundo abriu. É um trinômio supracitado respectivamente por respeito-consideração-verdade. Se formos colocar numa balança, viabilizamos uma unanimidade conjunta de todos eles. É o caso de sabermos que a união é a produção, é a essência. Um vínculo por qualquer que seja, deve se fomentar na indissolúvel tripartição harmônica entre si para que a plenitude do ser seja alcançada, para que nasça dessa fusão elementar, a verdadeira maneira de tratar o que merece ser tratável. Todavia, o que percebe são pessoas indisciplinadas tentando, em vão, numa tentativa fútil, a coordenação de forma equívoca e punitiva para aos que não compreende o valor inestimável que tem numa fraternidade vincular, que embora, possa soar como prepotência, mas que não o é, e é apenas uma forma apaziguada de visão avant garde de fornecer um ideário não utópico, mas tropical e palpável. E que entendam de maneira inteligível, porque amizade é espiritual e o amor é carnal, como disse a um amigo, hoje à noite, poucas horas antes de escrever esse meu postulado.
Posso dizer também que este não é só o adjetivo que faz acontecer o propósito de amizade. Posso citar mais duas condições, que caso não sejam devidamente correspondidas, toram-se depreciativas e que tanto é exímio no processo ilegal. Falamos em consideração. Palavra que é insigne, notável demais e com a qualidade de superioridade interligada com benevolência. Agir de boa-fé é ter o compromisso da consideração. Podemos não gostar de alguém, mas há consideração em respeitá-la. São palavras independentes, que a curto modo, se entrelaçam e dão reforço um à outra. Contudo, a consideração é nata de uma vida com objetivos e conceitos preestabelecidos de conduta firme e impermeável. Passar um tempo junto à outrem já é princípio para a consideração no seu ato espetacular de reparo e esmero. É uma visão muito vanguardista e preponderantemente visível para o espetacular andamento do fraterno considerável. E por fim, devemos ter a verdade. A verdade é a fonte para liberdade em qualquer situação. Ela que provê toda e intimamente as lacunas temporais e imaginárias que o mundo abriu. É um trinômio supracitado respectivamente por respeito-consideração-verdade. Se formos colocar numa balança, viabilizamos uma unanimidade conjunta de todos eles. É o caso de sabermos que a união é a produção, é a essência. Um vínculo por qualquer que seja, deve se fomentar na indissolúvel tripartição harmônica entre si para que a plenitude do ser seja alcançada, para que nasça dessa fusão elementar, a verdadeira maneira de tratar o que merece ser tratável. Todavia, o que percebe são pessoas indisciplinadas tentando, em vão, numa tentativa fútil, a coordenação de forma equívoca e punitiva para aos que não compreende o valor inestimável que tem numa fraternidade vincular, que embora, possa soar como prepotência, mas que não o é, e é apenas uma forma apaziguada de visão avant garde de fornecer um ideário não utópico, mas tropical e palpável. E que entendam de maneira inteligível, porque amizade é espiritual e o amor é carnal, como disse a um amigo, hoje à noite, poucas horas antes de escrever esse meu postulado.
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
O que preciso.
Tá combinado, vou dizer o que preciso de fato. Na verdade, tudo começa quando começa alguma coisa de abrupto em nossas vidas. Estamos no mundo, às vezes, à devira, noutras com a imensidão em nossa volta, sendo cincundados pelo que há de mais misterioso embora sem sabermos como nos nortear. Numa dessas hipóteses, somos, sortudamente, acertados por uma intervenção não identificada, a esta, chamo-a intimamente de : O amor. Ele é audácioso, que de tão chega a ser obstinado. E muito chega a ser frustrante pela repulsa em não ir adiante com o que fora determinado. Mas saber que existe já é uma vitória e tanto gloriosa. Muitos se perguntaria o porquê de não haver retidão no amor? Ora, se é algo supranatural, a possibilidade seria que também o fosse, em sua íntegra, difícil de ser vivido. Mas na verdade, não é isso. O que falta, é lacunoso, é simplesmente a ausência de virtudes no ser. É a não compreensão dos valores das pequenas coisas, que são delas que retiramos o maior plano de vivência terrena e celeste. É dar à quem precisa, a precisão do fato. Eu quero meu amor do jeito que ele é, da forma que me convém amá-lo e quero a sua compreensão, pois assim extraí-se a síntese fundamental da vida. E poucos a tem, por ser algo infinita e profundamente escasso, difícil. Mas o que torna-se difícil é a presença do entendimento do mais aparentemente banal, nas nossas vidas, o que não é usual. Que nesse ano novo, siga-se com a interpretação do mais rústico, do mais cafona, do mais meloso. É surgindo disso que temos a plenitude de um amor sem precedentes! Um amor em sua totalidade único, íntimo e intenso.
Sabe-se que o tempo é favorável, até quando utilizamos muito de sua paciência. Que sejamos reticentes, autênticos, desinibidos, falantes e muito apaixonados. Pois só com essas qualidades do amor é que conseguimos reunir o impávido eixo da felicidade que é seguro pelo amor e sabedoria. Onde ambos se unem, sem exclusão de nenhum deles. Mas uma mútua avença para tocarmos na tessitura do viver!
Sabe-se que o tempo é favorável, até quando utilizamos muito de sua paciência. Que sejamos reticentes, autênticos, desinibidos, falantes e muito apaixonados. Pois só com essas qualidades do amor é que conseguimos reunir o impávido eixo da felicidade que é seguro pelo amor e sabedoria. Onde ambos se unem, sem exclusão de nenhum deles. Mas uma mútua avença para tocarmos na tessitura do viver!
sábado, 25 de outubro de 2008
Do ridículo ao lúcido.
O dia não significa o fato. Mas influência de alguma forma - esta não sei dizer, mas sei que existe. E como entender algo que não sabe descrever, mas existe de um determinado jeito. E a forma de existir se concerne a quê? é mera abstração do étereo ou devaneio terreno ou até a impercepção do real? Tratamos disso em outra hora, mas refiro-me muito anterior ao ato da coisa. A discussão se enraíza na disputa inexistente de alguma coisa. Oras, se há, abertamente um enfrentar, que seja correspondido de necessário. O que há é a falta de especulação e que gera numa apatia de ambas as partes. Fui alvo, hoje, e não representa um desmoronamento do meu eu, entretanto, me senti um pouco à deriva de consciência. Não compreendi ao certo o que gerou a tamanha disparidade por palavras esparsas que fora soltas por mim, mas com um valor igualmente inexpressivo tanto como uma conversa informal de rotina. Não altera em nada, mas provém de uma espontaneidade e naturalidade tacanha. Agora o que acontece é que muitos estão a flor da pele e transporta uma natureza pura e intacta num turbilhão invadido pela própria natureza. Como se um furacão passasse arrastando tudo o que poderia ser natural e o transformasse numa cadeia de reação que serviria ao sujeito a quem se contactava. Ou melhor dizer, como que se de um elemento natural fosse estraído o ópio que causaria destruição em outrem. Fiquei pasmo com tamanha reação que emergiu de lacunas e foi-se abundantemente sobre mim... Isso seria falar em parábolas? E a isto se dirigia essencialmente o medo de ser autêntico e sem objetividade? Não.. acredito que não. A falta de objetividade não me é propícia nesse momento. Até porque ser objetivo é entender e pronto, por mais que se perpasse por outras palavras. Mas é na subjetividade que encontramos um pensamento diferenciado. É aquilo que se interpreta de forma peculiar e por alguém destemido a ponto de expressá-la. E se me disserem que a subjetividade é falar demais, por tantas palavras desusual... Mas entender o do que se trata. Direi: Então, a subjetividade é parte integral de uma objetividade plena. Acho que está dirimido.
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Um resfôlego no real.
Este texto segue em dedicatória para Carla, Vanessa, Jaelson, Hallan e Marcos. Às vezes existe coisas que são respostas para a nossa mais contundente pergunta. Prefiro chamar de coisa e não de próprias e meras respostas, é o mais. É o que ainda não se define, porém ampara e salva.
Disse-me uma vez: É melhor ser amado e aprender a amar do que amar sem ser amado.
Que peso, que frase! Substancialmente é um alicerce para a maior construção existente e fundamental para qualquer ser. O que é aprender a amar? Até que ponto essa informação nos transparece pertinente? Eu entendo que pode até ser uma confusão balbuciante em cada íntimo de nós, mas é algo seríissimo e de estranheza não revelada. Amar alguém é fato inexistente. Não amamos, apenas nos apaixonamos e por até 3 anos - segundo alguns psicanalístas - se perdura essa paixão ardente que sofre decadência nesse período longíquo - se o caso for, não sendo findada antes desse tempo. E com relação a amar, vivenciamos a inconsequência de algum dos dois por não dar certo o relacionamento. E colocamo-nos numa situação de julgador ou condenado. Ou fui eu quem errei ou foi a outra quem errou. Seria uma forma medíocre e um infortúnio desvairado que prentende dissipar a capacidade de entender o que não é inteligível apenas pelo intelecto. É um juízo de valor inestimável e serve para norteamento de qualquer um que queira saber mais do possível. É um quase tocar na tessitura da vida. É saber que o bom maior é se doar, retoma-me a humildade, porque, a mim, por exemplo fala sobre se doar, tacitamente, onde o fato de aprender a amar é se doar pelo outro para que haja a integridade plena de uma existência parcimoniosa. Não adianta a gente invarialvelmente tentarmos encontrar pessoas diferentes na vida, que possam, pela aparência física e pela pouca sabedoria que tivermos dela interior, fazer parte de nossos corações. Eu tenho minhas lamentações e frustrações por pensar nas garotas que, a mim, serviriam de manifestação de harmonia - mas não foram. Embora eu tenha aprendido a amar incondicionalmente pessoas que um dia já fizeram parte de mim, no meu imaginário irreal e na âmbito do passional que outrora subsistiu em mim. Pelo menos a uma delas. Queria informar-lhes que é preciso sabermos aprender a amar a outrem, só assim desenvolveremos a virtude do amor. E não são todos a quem possuem.. São para poucos... E o mundo está manchado pela preconceituosa e deturpada forma de amar. Pois a mim é diferente, amo e amo sim! Aprendi a amar e passar por cima de todas àqueles que querem dissipar esse amor imensurável.. É amor mesmo.. aprendido, aprendendo e sobressaindo-se diante do impasse e da arrogância do ser humano. Posso dizer, àqueles que acham esse texto de qualquer forma, fora da possibilidade cogitada, e por assim dizer diferentemente do habitual e estranho por consequência. Posso assegurar com a mais branda simplicidade que a vida se faz disso. E sou feliz, sim.
Aos meus amigos,
Carla, Vanessa, Jaelson, Marcos e Hallan... Amo vocês!!
Amo cada um de vocês... Aos outros, aprendam a amar...
''Give ask nothing in return''
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
O tempo do tempo.
O fim de tudo foi quando me reconheci. Eu estava sentado numa sala, retraído, absorto e de repente, repentinamente, coisa que só a realidade pode dizer a cerca de duas vezes o normal do que se repete. Mas, voltando a realidade, saindo-se da redundância abstrata. O fato de estar sentado, no sofá, a espera já era uma forma sólida de uma reconciliação. Era o momento certo, cheguei na casa daquela que me fez alvorecer por diversas vezes, onde meu coração encontrava-se na noite, soturno e que amanheceu, brilhante como uma luz vívida e apaziguada. Eu lembrava de muitos momentos, até porque seria uma falta de personalidade esquecê-lo. Por mais que a situação fosse controvérsia, por mais que estivéssemos distantes interior e geograficamente. Mas nesse momento de espera já se concentrava em mim uma forma calma e alegre, até porque haveria uma conversação fraterna para a resolução do que antes não o fora. O tempo escorria dos relógios e da vida. O que sentia, também. Às vezes me dava uma ânsia de voltar atrás e não ter falado com a mãe dela, a espera me desespera. Isso muitas vezes acontecia comigo, na verdade, pelo transitar do tempo em minha vida, entre o fato e a espera. Algo sublime me empenhava para manter-me naquela posição, como se honrasse a própria vida - isso, digo com precisão, pois subentende-se que o sentimento, amor, paixão, carinho por sua própria natureza já faz parte da vida e é interessante a relação que isso impulsiona no próprio carácter de viver. Olhando a casa - à toa - vejo uma foto, marcante. Era a foto que eu tinha tirado, não tinha, a mim, na imagem, mas havia certa conveniência dela ter colocado-a em um dos móveis da sala. Era uma vitória antecipada, pelo menos ela não seria inflexível. Ou quem sabe ela nem se lembre que fui eu quem a tirei. Olhei, - sem hesitar em recriar àquela atmosfera que outrora vivi - a lembrança era uma lembrança, um presente, uma dádiva. A música de alguma forma ecoava aos meus ouvidos, era a música do amor. Existia ainda amor naquele meu coração vagabundo que apenas queria a sua atenção. Escutei ruídos, era algo familiar e tão família que apareceu-me ela. Olhando-me com um olhar vítreo, daqueles que se indaga a presença abrupta de outrem. Olhou-me sem compromisso, um sorriso soltou. Era o começo de mim, era o começo do fato. Olhei-me por dentro, vi a necessidade de estar com ela, de tê-la comigo. Era o fim do começo, depois, muito depois foi que entendi o que significa o amor. Mas isso, foi-se depois.
sábado, 9 de agosto de 2008
Saber entender. Entender, saber.
Depoimento nunca revelado, porém escrito para uma amiga - numa das constantes situações latentes da vida rotineira de um ser passional.
E que entendamos da melhor forma e equiparável ao que nos é compatível.
E que entendamos da melhor forma e equiparável ao que nos é compatível.
''Bom, realmente esquecer um amor, pra mim, foi difícil.. Mas eu consegui, graças a Deus e a vocês, meus amigos. Saiba que o bem mais valioso na vida de qualquer pessoa, indiscutivelmente, é o amor verdadeiro que nossos amigos têm por nós. A diferença é a forma que se demonstra pelo o que é dado o nome de amor. Amar sem consequência, amar por prazer, isso é realmente uma forma inescrúpula de manifestar a desilusão na vida de outrem, mas os amigos amam porque realmente e plenamente amam, é coisa divina e constante, não se exaure, porém se expande. Amigos é para todo o sempre. Eu sou bem mais você e eu. Você e Vanessa, você e qualquer um de seus amigos. Amores passam, amizades ficam. E quem nessa vida vai dizer que sofreu por amigos? Mas há frequência de sofrer por ''amor'' - no sentido equivocado da palavra, porque sofrer por amigo, é quando se morre o nosso próprio ser e não há mais como reavivar aqueles laços. Isso é não ter/sofrer por amigos. Te amo. ''
Hoje em dia, particularmente, tenho uma opinião em processo de formação, mas que se encontra a cada vez mais residente na veracidade dos fatos. Acredito mais em mim, por mim e para mim, confio - mediante a respeitabilidade - nos outros. Assim levo a minha vida, e espero que seja assim a cada um de nós, que saibamos, necessariamente entender o mais secreto de nós mesmos, mas só se aprende pelo lado averso ao que se quer encontrar.. Mas isso deixaremos para falar noutras oportunidades.
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Quem sou eu
- M. Neto
- Nasci em Recife, mas logo fui morar na cidade da Vitória de Santo Antão. Hoje, aqui, sinto que é uma particularidade íntima. Esse meu viver, minhas afinidades com essa cidade, transporta-me a outros mundos.''Sou a fusão do adulto maduro e o menino tenro''. ''Cogito ergo sum'' Escrevo desde os 16 anos e descobri na escrita um pedaço de mim, uma ânsia ardente e gostosa. Não reviso meus textos. Escrevo contos, romances, novelas etc.