quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Falta de intemperança.

Há tempo que não atualizo este blog. Por motivos outros, claro. Mas existe uma palavra que eu adoro ouvir e dela me contento - mesmo que muitas vezes ela sirva para expor sentimentos inválidos -, pois é com ela que me deito todas as noite, acordo e faço das minhas vontades, uma redoma de realidade. Pois têm-se fatores que poderiam coadunar com esse meu conceito em dispor essa palavra que para muitos serve de traiçoeira detentora do absurdo e para outros momentos de transitoriedade frequente e necessário para ver o que se vê. Não me é permitido dispor de todas as formas substantivadas do que pretendo dizer. Ás vezes ele - quem me refiro com avidez - é fortemente áspero e inoportuno, doutras vezes propõe-me uma especulação ponderada ou até reticente onde despenco em pesquisas e vitórias feitas por mim mesmo sem a ininterrupta interação dele em mim. Há quem diga que ele serve um alguns momentos e noutros é dispensado por completo. Mas sei que isso vale mais para quem está no sentido direto das coisas.. Não é promisco falar da atividade superorgânica que ele transmite sem mencionar o que desencadeia a sua atividade estrutural. Quero, pois, transmitir que até agora, para escrever esse texto tenho uma íntima ligação com ele. Ele transgride qualquer circunstância experimental. Não damos valor, precipitamo-nos, muitas das vezes e até onde chegaremos nessa transgressão de idéias? Não sei se fico, passo, redimo, despacho. Ele é a interconexão entre o que é hoje e se pode concatenar com o que foi e será.

Um comentário:

Maria Cleide disse...

isso tudinho ai se refere a quê?
quantas palavras e no fim tu num diz o que é... =P


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Quem sou eu

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Nasci em Recife, mas logo fui morar na cidade da Vitória de Santo Antão. Hoje, aqui, sinto que é uma particularidade íntima. Esse meu viver, minhas afinidades com essa cidade, transporta-me a outros mundos.''Sou a fusão do adulto maduro e o menino tenro''. ''Cogito ergo sum'' Escrevo desde os 16 anos e descobri na escrita um pedaço de mim, uma ânsia ardente e gostosa. Não reviso meus textos. Escrevo contos, romances, novelas etc.